Na Escola Luís Madureira, o outono fez-se sentir em cheiro de castanha assada e em sorrisos que aqueceram o dia. Alunos, professores e funcionários juntaram-se para celebrar o Magusto de São Martinho, transformando o recreio num espaço de convivência e gratidão.
Entre risos e mãos quentes de segurar castanhas, ecoou a lembrança do gesto generoso de São Martinho, que repartiu a sua capa com quem tinha frio. Também aqui, cada partilha — de uma castanha, de um riso, de um olhar — fez nascer o mesmo calor que este Santo espalhou há tantos séculos: o calor humano.
Mais do que uma tradição, o Magusto é um momento de espiritualidade vivida, onde o simples ato de “toma das castanhas” se tornou símbolo de união, amizade e cuidado.
A nossa gratidão aos assadores de serviço, Paulo Cosme, Paulo Lourenço e Paulo Martins, bem hajam.










